Por que a representatividade é tão importante para sua marca?

A representatividade existe numa busca por espaço, para proporcionar oportunidades e alçar pessoas regularmente esquecidas.

Mulheres, negros, indígenas, pessoas com deficiências, LGBTs, nordestinos… São variados os grupos que precisam reafirmar sua existência para terem chances. E eles estão cada vez mais fortes

Essa força tem surgido principalmente através das novas gerações, cada vez mais engajadas socialmente e procurando priorizar marcas que se comprometem em defesa desses assuntos. Mas como fazer isso com seu negócio?

Entendendo a representatividade

Representatividade já foi confundida muitas vezes com representação, mas as duas são bem diferentes. Na primeira, a evidência é dada às pessoas pertencentes ao grupo, enquanto que na segunda, há apenas essa ideia, que não necessariamente é executada por quem faz parte da causa.

Por isso, é importante buscarmos exclusivamente a representatividade, pois assim não só ressaltamos, como também damos maior veracidade ao assunto posto em questão, contribuindo para construção de identidades.

E é nessa formação que se faz a ligação com os clientes. Entendendo a necessidade de ser representativo, a marca não só levanta uma bandeira, como também atrai pessoas que se identificam e enxergam ali um espaço onde podem depositar sua confiança.

Mãos de pessoas diferentes

Qual a importância de chegar a essas pessoas?

Atingir o público é saber como ele se comporta. Procurando mais sobre isso, nos últimos anos o mercado entendeu que a Geração Z é a nova força de consumo, merecedora de uma atenção especial.

Esses jovens são engajados socialmente e têm como exemplos, a defensora do acesso à educação Malala Yousafzai e Greta Thunberg, ativista ambiental.

No entanto, essa discussão pode ir além de só entre os mais jovens. Um levantamento da McKinsey mostrou que até 20% de pessoas negras estão dispostas a pagar mais caro por produtos que se dediquem à sua causa.

Essas são ações que mostram um novo comportamento dos consumidores, agora preocupados não só com aquilo oferecido, mas como ele é feito e quem o representa.

Colocar em prática e ir além de ações

Entender o lugar da representatividade no espaço do mercado é vê-la para além do marketing. Não podemos limitar a ações ou estratégias que possam fisgar o público.

Precisamos mostrar como o discurso também está dentro da própria marca, desde os cargos, até as caras que o divulgam e para quem o produto é destinado.

Esses feitos estão dentro da construção do branding, quando formamos a identidade do negócio, entendendo quais são suas características e quais serão as melhores alternativas a serem seguidas para promovê-lo, agora sim, através do marketing.

Você também acredita no poder da representatividade e quer saber mais no que isso pode acrescentar a sua empresa? Acompanhe a Atena e entre em contato conosco.

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Sobre o autor: Ricardo R. Nunes

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